Mãe Borboleta de 2ª Viagem :)


Este slideshow necessita de JavaScript.

Carta para Juliana:

Aveiro,19 de Janeiro de 2010.

Chegou a hora de escrever a cartinha inflamada de emoção para aguardar pela chegada da segunda parte do meu maior tesouro: Juliana!

Amamos tanto ser pais que resolvemos (assim meio por acaso e meio por querer) repetir a dose.

🙂

No início do ano de 2009, eu e Miki estávamos no meio de uma das nossas animadas conversas no carro voltando para casa… estávamos voltando de algures que já não lembro e falamos da possibilidade de ‘encomendar’ mais um ‘tesouro’ daqueles que a cegonha que vem de Paris trás… 🙂 Ponderamos, imaginamos, projetamos…fizemos planos e visualizamos cenários. Eu estava prestes a terminar mais uma jornada académica e permiti-me pensar de uma maneira prática (deve ser da convivência com o Miki). 😛

 Imaginei o quão bom seria ser mãe mais uma vez antes de me dedicar de corpo e alma à carreira profissional.

Levamos em consideração cinco importantes fatores:

  1. O fato de querermos ser pais de (pelo menos) mais um filho;
  2. A facilidade (que até então imaginamos que teríamos) de criar os filhos com idades próximas;
  3. As lembranças dos primeiros tempos da gravidez da Gio e da maternidade ainda estarem frescas nas nossas memórias, o que supostamente facilitaria o processo;
  4. A questão financeira também teve peso, sentimo-nos confortáveis financeiramente e os gastos maiores já tínhamos feito para o nascimento da Giovana;
  5. E por último, mas o fator decisivo: Queríamos voltar a viver a fantástica experiência de sermos pais…

A partir desta conversa ficamos, cada um de nós com seus botões, a digerir esta possibilidade. E tal como dois bailarinos, dançamos a mesma música, sempre em sintonia e de forma harmoniosa, sem que as palavras fossem necessárias…Eu e o Miki caminhamos lado a lado e os nossos objetivos e projetos são pensados e realizados de forma comum, quase sem termos que verbalizar, talvez porque queiramos SEMPRE o mesmo: fazer um ao outro feliz! 😀

Sendo assim algures em Abril (mês das flores, da juventude, do renascer e das cores) a Juliana foi concebida, através do amor inteiro, puro e avassalador, comum dos nossos momentos à dois.

Depois disso, da minha parte, nenhuma novidade, passara pelo mesmo processo há dois anos: Soube que estava grávida quando o seio inevitavelmente começou a crescer: doloridos e inchados, um enjoôzito matinal e a ‘certeza materna’ de que dentro de mim começara a crescer outra pessoinha especial e única, fruto de um amor incondicional.

Algures em Maio veio a certeza absoluta e incontestável, mas até então eu e Miki tínhamos um nervoso miudinho dentro de nós: “Amanhã compro o teste, assim acabamos com a ansiedade”, dizia ele.

…Mas o amanhã nunca chegava, como se quiséssemos adiar a certeza que já tínhamos nos nossos corações, só por mais um dia. 🙂

Contudo, o tal ‘amanhã’ chegou, e tal como foi com o teste da Giovana, acordei de manhãzinha ansiosa e fui ao banheiro sozinha enquanto o Miki e a Gio se espreguiçavam para despertar do sono.

Lá estavam os segundos mais longos minha vida…O pedaço de plástico com um químico qualquer dentro, um pinguinho de chichi e a ansiedade de confirmar o que eu já estava fartinha de saber. E lá estava novamente o filme a passar pela minha cabeça, já imaginava a nossa família com mais um membro, e sorrisos e preocupações a dobrar. Olhei no espelho e sorri, e chorei, não de tristeza, JAMAIS! 🙂 … mas de uma felicidade infinita que tomava conta de cada poro do meu corpo, e voltei a olhar para o teste:

DOIS TRAÇOS! 😀

Ainda fiquei alguns poucos minutos a contemplar sozinha aquela coisinha que me dizia em letras néon garrafais:

Serás mãe de novo!

Enquanto isso o meu corpo dava as pistas do ‘furacão’ que passava cá dentro: tremi, suei, senti frio e calor, fome e náusea, medo e ao mesmo tempo uma segurança transcendental, vontade de ficar parada e de correr sem parar, de gritar e de calar, meu coração batia tão forte que via mexer o pijama por cima do peito e o tum-tum talvez pudesse ser ouvido pelo vizinho da casa ao lado.

Foi um momento meu e do meu novo rebento, um raro momento de egoísmo da minha parte, a contemplar a minha nova condição: grávida! …segurei a barriga e disse: “Sê bem-vindo filho! Prometo amar-te e dedicar a minha vida ao seu bem-estar e felicidade…”

Fui ao quarto e peguei pelas mãos os amores da minha vida, e caminhamos juntos, corredor afora, até ao banheiro. Sem dizer nada mostrei ao Miki o teste, e mesmo que não soubesse decifrar o que lá dizia ele já sabia, pelo brilho dos meus olhos ou pelo sorriso estampado no meu rosto: Seríamos mais uma vez pais! 🙂

Abraçamo-nos os três e ficamos assim, em silêncio, por alguns segundos…

“Vamos ter mais um bebé cá em casa! Precisamos de mais um quarto!”

…disse ele sem medo de demonstrar a sua praticidade de pai. E, apesar de não ter mencionado, tenho a certeza absoluta que a sua cabecinha matemática naquele momento deu voltas e voltas a imaginar a gestão financeira agora com os dois filhos.

“Vais ter um mano filha!”, disse eu. E a Gio vibrou sem ter a mínima noção do que aquilo significava, apenas assimilou a felicidade contida naquela frase e quis partilhá-la.

Desta vez não foi prioritário contar a todos o nosso estado de graça, queríamos nos certificar com um exame mais completo, e durante alguns dias foi o nosso doce segredo.

A partir desse dia passei a fazer um ponto de situação da minha vida e foi inevitável sentir-me a mulher mais sortuda do mundo, afinal, a vida presenteara-me com os presentes mais doces e ternos que uma mulher como eu pode pedir…

  1. Um marido maravilhoso e único, o amor de uma vida que pode ter demorado ‘uma vida’ para aparecer, mas que chegou na hora certa para ocupar o espaço especial que eu guardara desde sempre para um amor verdadeiro…eu sempre soube que teria uma linda e eterna história de amor, mas confesso que fiquei surpresa com tamanha dedicação e esmero da minha ‘fada madrinha’ que escolheu para mim o ‘príncipe’ perfeito, que me proporciona tantas alegrias.
  2.  Uma filha linda e doce, a menina mais doce do mundo…Que me beija, o ‘beijo estrelado’, assim do nada as vezes, sem eu pedir. Que adormece a fazer-me carinho na face e me acorda com beijinhos e ‘upinhas’ (abraços), e me convida para mais um dia cheio de alegrias. Uma filha que trouxe ainda mais cor para a minha vida, e que me enche de orgulho todos os dias.
  3. Um segundo filho, planejado e querido, que irá fundamentar ainda mais a família que eu e o Miki sonhamos e projetamos para as nossas vidas…Uma nova experiência, sim, nova…apesar de já ter sido mãe e conhecer todas as dores e delícias de o ser, considero como um momento único, porque apesar dos enjoos e do sono (muito sono) e de ver a barriga a crescer diariamente, repeteco da 1ª gravidez, estamos vivendo um novo momento, somos renováveis, ainda bem!
  4. Continuo a acreditar que a vida sempre conspira a favor do amor sincero e verdadeiro, dos Homens de boas intenções e sobretudo daqueles que, em vez de comer a vida de garfo e faca, lambuzam-se dela, degustando o que a vida nos traz de melhor, como criança que degusta o sorvete preferido…

Entretanto chegou então o dia de espalhar pelo mundo a nossa grande notícia…Liguei para a mamãe e perguntei-lhe se cabia em seu coração mais um netinho, e entre uma gagueira e outra, meio tonta de felicidade talvez, ela não acreditava, e apesar de não ter visto o seu rosto (falamos por telefone) senti a lágrima de felicidade a rolar pelo seu rosto…Liguei para as manas e me sentia abraçada e acarinhada como se estivesse ao lado delas.

Para contar à família do Miki desenhei mais um capítulo da ‘história em quadrinhos’ que mora no quarto da Gio, a princesa mamãe agora tem um bebé na barriga e a felicidade é visível, assim como na ‘vida real’…Aproveitamos um jantar em família para mostrar a todos mais esse capítulo da nossa história de amor que se inicia…Muito diferente da primeira gravidez, fomos contemplados por sorrisos e parabéns de todos. Minha sogra, aos pulinhos, tinha um sorriso de orelha a orelha. Foi inevitável lembrar de quando demos a notícia da gravidez da Giovana:

“Vocês não têm juízo!”  :/

…e eu engoli amargo e triste, pois era o momento mais feliz da minha vida e sabia dentro de mim que era uma afirmação sem base nem estrutura… e fomos provando isso ao longo do tempo em que cuidamos com dedicação e esmero da nossa Giovana.

Modéstia a parte somos pais exemplares e raros nos tempos atuais. Nesta ‘era’ do consumismo e capitalismo selvagem, onde o ter parece ser mais valoroso do que o ser e a corrida por Money and Business é cada dia mais frenética poderíamos nos desculpar, de forma egoísta na minha opinião, na vida corrida, na carreira, na falta de uma casa maior ou de tempo ou outra desculpa qualquer, e com toda a certeza seríamos perdoados pela sociedade.

Talvez estejamos a viver na contramão da sociedade, afinal um ordenado a menos pode fazer falta, abdicamos de muita coisa para cuidar com dedicação total dos nossos rebentos mas preferimos viver à nossa maneira (que até julgo ser bastante confortável) e ter a consciência tranquila de quem cumpre o papel destinado da melhor maneira possível.

Temos maturidade suficiente para entender que a vida é formada por várias fases e que mais vale vivê-las de forma intensa, e de acordo com nossas vontades e objetivos, porque são momentos que não voltam mais e são o fruto das decisões que fazemos levando em consideração as nossas prioridades; portanto seja qual for a fase a ser vivida, arregaçamos as mangas e nos entregamos de corpo e alma…temos a certeza do nosso amor e é através dele que construímos a nossa história.

E por falar em construir, lá vieram novas obras…Primeiro o nosso terraço, o ‘Pedacinho do Rio’ como foi batizado; bem em frente a janela do nosso quarto lá estava o espaço perfeito para ver os nossos filhos a brincarem e crescerem felizes.

Pedra por pedrinha fomos, juntos, construindo mais um sonho sonhado a dois…muitas vezes vislumbrei o Miki em silêncio da janela do quarto a trabalhar, medir, planear e sonhar…Um cercado seguro, espaço para convivermos em refeições ao ar livre e, principalmente, espaço para os filhos brincarem livres e felizes: o limoeiro, um areeiro de tartaruga, um mini set de refeições, um baloiço e uma casinha, um chão emborrachado e cercas coloridas, para resguardar este pedacinho de chão, ao fundo, uma linda fadinha que convida a brincar e sonhar sem restrições.

Passamos ótimos momentos em família neste verão, aproveitamos tudo o que o terraço tinha para nos oferecer, brisa fresca, sol matinal, ar puro, cheiro de plantas e flores, sons de pássaros, céu estrelado, risotas da Gio e leituras interrompidas constantemente por beijinhos estalados e ofertas de ‘chá quentinho’ acabadinhos de fazer no conjuntinho de chá pela Gio. Uma delícia! O ‘chá’ e o terraço… 😉

Logo depois veio o novo quartinho, mas antes precisávamos de nos certificar do sexo do bebê: azul ou rosa?

Eu tinha um ‘feeling’, mas preferi guardar fechadinho a sete chaves comigo, pois sabia que no fundo esse ‘feeling’ não passava de uma vontade escondida.

Às 21 semanas fomos, os três, fazer a ecografia morfológica, aquela que nos diria, para além de que o bebê é saudável, se era menina ou menino…Olhando para o monitor quase sem pestanejar eu avistara o que me deu a certeza de que era uma menina, o bom de ser mãe pela segunda vez é justamente ter a noção do nosso corpo e do corpo do bebê, mesmo no meio daquelas manchas negras que para muitos significam somente ‘manchas negras’, mas afinal eu já tinha visto aquele ‘pedacinho’ quando era a Giovana aqui dentro. E de imediato correu uma lágrima e eu agradeci porque a sala estava escura e ninguém percebeu o meu chorinho… 🙂 …e quando a doutora começou a falar eu já sabia:

Era mais uma MENINA e cheia de saúde!

😀

A JULIANA estava crescendo no meu ventre e trazia com ela ainda mais felicidade para todos nós…O lugar de reizinho do papai Miki está agora, mais do que nunca, garantido…é oficial: ele agora é minoria cá em casa. E anda com um sorriso de orelha a orelha porque terá sempre as suas 3 princesas aos seus pés. Ah! E também está feliz porque não vamos precisar mudar as cores do quarto de brincar. O rosa perdurará cá em casa! 😉

…E por falar em brincar: a nossa Giovana terá uma mana…ohh coisa boa…irmã…Eu consigo imaginar a relação das duas pimpolhas pela minha própria (e maravilhosa) experiência com as MINHAS MANAS…tá certo que de vez em quando vão se pegar, se xingar, mas vão se amar incondicionalmente e jamais terão melhores amigas fora de casa, serão companheiras inseparáveis em tudo …nas brincadeiras, nas traquinices, nas confidências, nos passeios no shopping, nas idas ao salão de beleza, e em muitos outros momentos importantes da vida…

Pins, fitas, enfeites, bolsas, bonecas, flores, todas as nuances do cor-de-rosa, saias, babados, ballet…

…calcinhas, perfumes, castelos de princesas, mini panelinhas, conjuntinho de chá das cinco, mini cozinha equipada, Hello Kitty, coisas fofinhas, borboletas coloridas a voar por todo lado… …sensibilidade, doçura, meiguice e coração…

Tudo isso para contrariar uma maioria massiva de pessoas que afirmavam que:

“…agora vem um menino…”

“…a sua barriga é de menino!”

“…ai tá magrinha…deve ser um menino…”

“…sua pele está ótima, os meninos costumam fazer bem a pele!”

“…ihhh, tá enjoando muito? É menino, eles são muito agitados!”

😀

Não que eu não dê ouvidos à voz do povo, mas afinal ela nem sempre têm razão…E por falar em razão, o calendário chinês desta vez também não teve razão, dizia ele em concordância com todos os outros: “se a mãe tem tantos anos, mais o ano lunar, e o bebê foi concebido tal dia, então é batata: é MENINO!”

Quem teve razão mesmo nesta história foi minha mamãe (elas sempre têm razão, ainda mais agora que faço parte do clã):

“Filha, você vai ficar feliz com o que vier, o que importa é ter saúde, e não se guie pelas especulações, cada “barriga” é uma “barriga”, eu tive três e foram todas diferentes, nem por isso era um menino…”

E já agora, que já temos a certeza do sexo, posso revelar o meu grande segredo, o meu ‘feeling’/desejo: eu queria mais uma menina, e acreditei sozinha, desde sempre, que a July faria parte da nossa família…Apesar disso deixamos escolhidos nomes para as duas opções: Gustavo ou Juliana…

Mais uma vez o nome que gostaria de dar a minha filha foi ‘boicotado’… 😛

Nada de Giulia! …foi então que, em férias no Brasil, decidimos (eu, Miki, Vick, mamãe e Vaninha) que Juliana pouparia muito trabalho a nossa miudinha, e a partir de então Juju era a palavra mais doce que diríamos, foi assim que a batizou a mana Giovana que, ainda no início da sua aprendizagem linguística, resolveu facilitar o seu trabalho e chamá-la apenas Juju…

Dia após dia os laços entre as duas foram se estreitando…Muitos beijinhos na barriga e muito carinho, até que a Gio na sua cabecinha pensante de dois anos resolveu se questionar: “Porque falam tanto da Juju, e que é um bebê se eu só vejo a barriga da mamãe?” Essa resposta ela tentou responder quando foi questionada por mim numa noite antes de dormir: “Onde está o bebê, filha?” E como quem olha pelo buraco da fechadura ela posicionou os olhos no meu umbigo na vã esperança de conseguir avistar a mana.

“Bebê não mamãe…”

😀

E como resposta a Juliana deu um baita pontapé na barriga, como quem diz: “Estou aqui sim mana…” 😛

Poderia citar inúmeros outros episódios lindos e fofos que vivemos durante a gravidez, mas não quero parecer ainda mais lamechas do que já estou a parecer até aqui, sou mãe coruja convicta, mas tenho consciência que só eu tenho paciência para os ‘contos de mãe coruja’… 😀

Passou rápido, quase como um furacão, entre uma obra e outra, entre os cuidados com a Gio e o nosso doce dia-a-dia a gravidez foi avançando.

Não engordei muito, embora a barriga ficou bem maior da Juliana. Sofri com muitos enjoos no início, mas depois serenei, literalmente…Gozei cada dia da barriga como se fosse o último, me senti linda e plena, fresca e feliz, mas passou rápido…Já aos oito meses passei a sofrer com insónias e náuseas noturnas, culpa das bolachas com leite que eu teimava em tomar antes do sono. 😛

Logo depois vieram as dores pélvicas, a July já estava encaixadinha e pesada…Era um bebê grande…Assim como a Gio.

Amanhã ela já está cá fora…20 de Janeiro de 2010, data escolhida por mim e pelo Miki, aniversário da minha querida mana Vaninha, do meu tio Leleco e do meu Rio de Janeiro. Uma data com somente três dígitos – 0, 1, 2: 20/01/2010. Bonito! 🙂

Neste momento estou sentada na cama, são 11:52 da manhã, tenho ao meu lado a minha fofinha Gio a dormir a sestinha da manhã, já lhe fiz a higiene e está super cheirosa, ela já brincou, já conversou com o Mike e já ganhou muitos beijos…agora até ressona… 🙂 Faço-lhe carinho nas costas e no cabelo, choro e me emociono ao escrever estas palavras, e não canso de agradecer a vida e ao Miki por me proporcionar tão mágicos momentos. :..)

Em primeiro plano vejo a barriga, a deformar-se a cada movimento da Juliana, ela escreve comigo estas páginas da história dela e amanhã ela começa a escrever por si só…Já não estaremos mais assim tão juntinhas, o que me enche de saudade, mas em compensação poderei olhar nos seus olhos, sentir o seu cheiro e desfrutar da sua presença ao meu lado… 🙂

Meus órgãos já estão apertadinhos atrás dela, pressionados contra o tórax, e a dificuldade na respiração já é notável, além de estarem comprimidos os órgãos precisam trabalhar em dobro…A Juli é grande…espaçosa 🙂

Os músculos e os ligamentos da coluna já relaxaram e estão curvados, motivo pelo qual, por vezes, ando como uma pata… O estômago está ‘esmagado’ e sofreu uma rotação de 45°, apesar de ‘ter’ que me alimentar bem, por mim e pela Juli, por vezes não me apetece, tenho a sensação de ter comido ‘um boi’. 😛

Gerar uma criança e carregá-la durante 9 meses não é das tarefas mais fáceis, exige de nós uma manobra física e emocional imensurável, a sorte da humanidade é que as mães têm uma memória ‘curta’ e esquecem com facilidade das agruras da gravidez…Retemos na memória somente os momentos finais dessa fase: o nascimento dos seres mais importantes das nossas vidas… 🙂 O choro, o cheiro, o toque macio da pele ainda húmida e as cócegas no coração que sentimos quando eles já estão nos nossos braços…

“Qual dor?”

O amor que sentimos ultrapassa todas as barreiras da dor…

A melhor coisa do MUNDO são os filhos!!!

Mas enquanto o amanhã não chega vou continuando a ser uma gravidíssima, linda, feliz e inabalável!

Seja Bem Vinda Filha! Já te amo e ainda nem te vi! 🙂

Mamãe! 🙂

Anúncios

One thought on “Mãe Borboleta de 2ª Viagem :)

  1. Pingback: Ser Mãe de Borboletas | Mãe Borboleta

Gostou? Comenta ;)

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s